Vermelho sangue

Autor: Rodrigo Tozzi Data: 21 de novembro de 2008

Eu gosto de vermelho. Uma cor quente, apaixonante. Uma cerveja apaixonante também. Sabem “amor à primeira vista” ?? Então, foi mais ou menos assim que essa cerveja entrou no meu rol das cervejas maravilhosas. Pela cor. E pelo singelo nome também: “Red Ale”. Curto e marcante.

Baden Baden Red Ale

A cerveja em si é maravilhosa. De coloração avermelhada, espuma de ótima duração, e (não se assustem) 9,2 % de teor alcoólico. E muito complexa também. Lúpulo, malte tostado, caramelo, frutado… isso tudo só no aroma. No paladar, malte, leve doce, sensação picante, bom amargor final, tudo isso com bastante equilíbrio. E isso tudo cabe numa só garrafa!!!

Mas mudando ligeiramente de assunto, e partindo da premissa (bonita palavra hein??) de que quem consome Baden Baden, que tal falarmos um pouco sobre doação de sangue?? Até porque, no próximo dia 25 de novembro, é dia do doador de sangue.

Então se você tem entre 18 e 60 anos e mais de 50 kg, que tal fazer uma boa ação?? Não dói nada…

Doação de sangue

Ok, brincadeirinha. Mas não dói nada mesmo. É sério. Então vão lá fazer um favor e doem sangue!!!


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O TAMANHO DA SUA SEDE

Autor: Patrick Stephanou Data: 18 de novembro de 2008

Em relação a outras bebidas alcoólicas bastante consumidas, onde vinhos e espumantes tenham em torno de 12,5 % APV (álcool por volume); e destilados como conhaques, vodkas, e uísques, aproximadamente 50% APV; a cerveja com graduação alcoólica menor destaca-se por ser uma bebida refrescante e fácil de beber. Chamamos essa qualidade pelo neologismo “bebebilidade”, advindo do termo drinkability ou “drinkabilidade”. É evidente que existem cervejas com maior quantidade de álcool, como a Baden Baden Tripel, com 14 % APV, assim como espumantes mais leves. De um modo geral, a cerveja adquire um terço, senão a metade do potencial alcoólico do vinho, sendo esse, um dos fatores que favorecem a sua “bebebilidade”. Independente do fato de ter a capacidade diurética, é correto afirmar que bebemos maior quantidade de cerveja em relação a outras bebidas. Bebendo com elegância, respeitando a etiqueta da cerveja, e medindo o preço do prazer, devemos saber o quanto beber.

Recentemente foram lançadas as Baden Baden Short, que são as Baden Badens Cristal, Golden, Red Ale, e Bock em embalagens de 310 mililitros. Diferentemente das tradicionais garrafas de 600 ml, as “Shorts” afiguram-se como uma quantidade individual ideal para a harmonização de um prato. Ainda que o cardápio seja uma degustação, favorece à composição de mais de um serviço (mais de um prato) individualmente. Porém, quando a garrafa for maior, permita dividi-la em boa companhia. Já o momento em que várias garrafas vazias, independentes da capacidade, se aglutinarem sobre a mesa, ou de qualquer maneira, indicar um elevado consumo, é o sinal de que devemos conhecer os nossos limites. Cada pessoa com capacidade corporal e metabolismo diferentes reage de uma forma à cerveja digerida. Devemos matar a nossa sede e a nossa vontade de prazer sem deixar aflorar os possíveis malefícios do álcool. A maior dica é estar bem alimentado quando fores degustar a tua Baden Baden, ou até acompanha-la com algumas delícias gastronômicas. Como todo prazer da vida tem um limite, deguste, não com parcimônia, mas com sapiência.


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Baden Baden Stout ganha medalha de Ouro na 5ª edição do European Beer Star Awards

Autor: Roberta Data: 14 de novembro de 2008

A Baden Baden acaba de ganhar uma medalha de ouro na competição cervejeira European Beer Star Awards 2008, com a cerveja Baden Baden Stout na categoria Dry Stout.

O prêmio foi recebido na noite de ontem de 13 de novembro o prêmio na cerimônia da feira BRAU Beviale em Nuremberg, na Alemanha. A Baden Baden junto com a Eisenbahn são as primeiras cervejarias da América do Sul a ganhar este prêmio.

É um prazer ganhar um prêmio no país da cerveja, a Alemanha. É a primeira vez que Baden Baden ganha um prêmio como este e isso mostra que estamos no caminho certo ao nos preocupar constantemente com a qualidade, a matéria-prima dos produtos.

A degustação às cegas foi feita por 65 jurados de 16 países na Doemens Brewery Academy no dia 10/10/2008. Eles experimentaram 688 cervejas de 42 categorias diferentes. As cervejas vieram de 32 países, sendo sua maioria da Alemanha (57%).

O European Beer Star Award está na quinta edição e elege as melhores cervejas seguindo critérios sensoriais e de “prazer”. A competição preza pela bebida única e autêntica. Os vencedores são aqueles que conseguem surpreender os jurados e impressionam pelo sabor, equilíbrio, residual e qualidade. A competição já conquistou prestígio e se tornou um prêmio desejado.

Maiores informações visite o site www.european-beer-star.com


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A doce vida nas montanhas

Autor: Mauricio Beltramelli Data: 11 de novembro de 2008

No alto da Serra da Mantiqueira, Campos do Jordão é a melhor cidade paulista para se estar no inverno. Por sua vez, o Capivari é o melhor bairro para se estar em Campos do Jordão. E, por conseguinte, a Cervejaria Baden Baden é o melhor lugar pra se estar no Capivari.

A Cervejaria Baden Baden é o ponto mais nevralgicamente central do footing da cidade. Não importa onde a sua turma estará mais tarde. Quem está invernando em Campos do Jordão obrigatoriamente marca encontros lá. A noite “esquenta” lá. E, não raro, mesmo quem havia combinado uma boate pra mais tarde acaba desistindo da dança e ficando por lá mesmo, aproveitando o ambiente e a cerveja. Dia e noite, é lá que desfila quem quer ver e ser visto. Não importa o que aconteça antes ou depois. O clima da Cervejaria é sempre de durante.

Ali, na temporada, é complicado garimpar uma mesinha na calçada. O ambiente é democrático (até onde o termo democrático numa cidade com o glamour de Campos do Jordão possa significar). Há grupos de solteiros, casais, famílias com crianças, adolescentes, idosos. São servidos tanto pratos típicos germânicos quanto de outras especialidades, no que a wust alemã pode coexistir na mesma mesa da fondue suíça, sem grilos.

A Cervejaria Baden Baden está instalada num prédio cuja fachada segue o estilo enxaimel, típico da Alemanha rural dos cartões postais. Lá dentro se entrevêem tanques dos diversos estilos da cerveja Baden Baden. Nada mais natural para o lugar que é o verdadeiro berço da breja.

Acomode-se, peça uma Baden Baden Cristal pra começar os trabalhos e aproveite a fauna e o clima. Em nenhum outro lugar do mundo você poderá ter o privilégio de degustar uma das melhores cervejas que há, aproveitando o dolce far niente das montanhas com tanto etilo.

Até a próxima e boas degustações!


BADEN BADEN TRIPEL: CERVEJÍSSIMA TRINDADE

Autor: Patrick Stephanou Data: 06 de novembro de 2008

Tripel é um estilo de cerveja de alta-fermentação, tradicionalmente desenvolvido pelos monges das abadias belgas, atravessando séculos e se propagando por gerações. Nesse clima misantrópico, muitos segredos são mantidos no interior dessas moradas intransponíveis a cerca das receitas particulares de cada Tripel. Alguns mosteiros mantêm, basicamente, duas receitas: uma para o próprio clero e outra para os visitantes. E, é aí que coabitam os pecados e as virtudes. Bem-aventurados aqueles que dividem o pão com o próximo, e que não diferenciam o alimento que partilham. A vaidade talvez cegue alguns desses homens de Deus (ou de Gambrinus). A gula os invade, trazendo consigo a avareza e a luxúria. Num ambiente misto de inveja e soberba, a virtude da diligência rege a dádiva da vocação cervejeira. Todavia, descobrindo esse tesouro servido em cálice, os arcanjos me indicaram a garrafa negra de cerâmica que contém todos esses mistérios: a Baden Baden Tripel. Existe uma indicação gravada, no que parece ouro, no próprio casco. Permitindo abri-lo, por uma tampa de pressão, que descobrirás o cerne.

Cerveja triplamente fermentada, composta por uma mistura de maltes, onde três tipos prevalecem. E, acredites: 14% de álcool por volume. Seguramente a cerveja mais forte do Brasil. Já, os aromas e sabores culminam após uma maturação extremamente duradoura.

Aparência: Espuma consistente de média formação. Mesmo com pouco volume, o creme permanece cobrindo a cerveja por toda a degustação. Coloração acobreada escura, sendo diáfana.

Pressão: Em função da tripla fermentação a Baden Baden Tripel não poderia deixar de apresentar uma grande pressão anunciada pelo estouro da tampa.

Aroma: Se num perfume o álcool está presente, aqui ele aflora o buquê de uva, e chocolate.

Sabor: Paladar que, seguindo o aroma, desperta o adocicado e reside no sabor de cereais. É incrível, que a pesar da alta graduação alcoólica (14% APV), o sabor forte não é predominante, resultando numa agradável experiência.

Corpo: Boa carbonatação percebida pela língua, e doçura que se sente nas gotas que escapam do cálice. Corpo equilibrado, pois mesmo sendo uma cerveja forte, no gole descobrimos uma textura suave.

Impressão Geral: Cerveja licorosa do mais alto padrão. Potencialmente instigante. Um prazer que deve ser permitido.

Prometidas duas mil e quinhentas garrafas, fico feliz de ter degustado algumas além da minha que apresenta o curioso número 2424 impresso no lacre da tampa. Não conseguiria beber o precioso líquido contido nesse frasco negro se fosse a de número 2500. Espero que não seja esse o princípio do fim…


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Harmonizações Perfeitas - Baden Red Ale e Carpaccio

Autor: Edu Passarelli Data: 03 de novembro de 2008

A Red Ale figura dentre as minhas prediletas na linha Baden Baden. Apesar do nome, trata-se de uma barley wine, cerveja com notável presença de álcool, malte e neste caso, lúpulo. Ou seja, temos uma cerveja forte, em todos os aspectos.

Escolhi o carpaccio para harmonizar com esta cerveja, pois acredito que o prato, apesar de soar leve, traz elementos de sabor destacado, como a carne crua, o molho à base de alcaparras e mostarda e o queijo parmesão, e por isso, precisa de uma cerveja que não suma perante ele.

Um brinde e bom apetite!


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As Novas Baden Baden 310 ml

Autor: Edu Passarelli Data: 30 de outubro de 2008

Já estão no mercado as novas garrafas da Baden Baden, com 310 ml de conteúdo, que chegam como mais uma opção aos consumidores da marca.

A bela garrafa foge das tradicionais long necks do mercado, e é similar a já tradicional garrafa da Baden Baden. Talvez por isso ela possa ser chamada de “short neck”! Serão quatro estilos comercializados na nova embalagem: Red Ale, Bock, Golden e Cristal.


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Xarope

Autor: Rodrigo Tozzi Data: 27 de outubro de 2008

Algum tempo atras, encontrei uma receita, num fórum cervejeiro, de um xarope de cerveja. Nesse fórum, dizia-se que essa éuma receita muito antiga, destinada a combater a gripe.

Preocupado que sou com a saúde de vocês, resolvi reproduzir a receita, que vocês encontram logo abaixo.

É bem fácil de fazer.

Vocês vão precisar. Vocês vão precisar de uma Baden Baden Stout - 330 ml, para sermos mais exatos. O que sobrar vocês bebem ok??? :) - , cerca de 500 gramas de açúcar (usei o comum mesmo. Aliás, vocês podem pensar que é muito, que vai ficar doce e etc., mas não. Como essa Stout não leva caramelo, acaba ficando bem equilibrada essa mistura) e uns 2 paus de canela (dependendo do tamanho do pau (ok, sem trocadilhos por aqui!!!), pode colocar mais. Só não pode exagerar muito pois senão vocês só vão sentir o gosto da canela).

Vocês vão colocar todo o açúcar, a cerveja e os paus de canela numa panela e mexer até dissolver todo o açucar. É preciso ter paciência aqui, pois o fogo não pode ser muito alto pranão queimar, e tem que ficar mexendo.

Assim que levantar fervura, é só retirar do fogo e está pronto. Simples assim!!!

(desculpem a foto… o fotógrafo aqui é péssimo!!!)

O resultado desse xarope é muito bom.

A Stout tem um delicioso aroma de tostado, um pouco de café e chocolate, e que combina muito bem com a canela (na verdade, por vezes, o aroma da canela parece ser mais forte que o da cerveja. Por isso, quanto mais canela vocês colocarem nessa receita, menos aroma da cerveja vocês vão sentir).

No paladar desse “licor” (sim, ficou com a consistência de um licor ou uma calda), café, canela, tostado, caramelo…

É realmente muito gostoso esse xarope. Se realmente é bom para a gripe eu não sei, mas que é muito mais gostoso que muito remédio por ai, isso é!!!


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A Lei de Pureza da Cerveja

Autor: Mauricio Beltramelli Data: 23 de outubro de 2008

Imagine-se curtindo uma ressaca de matar. Dor de cabeça, choro e ranger de dentes. E você tem absoluta certeza de que essa ressaca veio de uma cerveja sabidamente muito ruim que você tomou na véspera.

Foi exatamente o mal que acometeu Guilherme IV, duque da Baviera (região alemã onde está Munique), no dia 23 de abril do longínquo ano de 1516, quando assinou a Reinheitsgebot, ou, para os íntimos, a Lei de Pureza da Cerveja, a qual determinava que a breja local só poderia, dali em diante, ser produzida utilizando-se apenas água pura, malte e lúpulo. O fermento, por sua vez, foi incluído nesta lei algum tempo mais tarde, uma vez que ainda não era conhecido.

Guilherme tinha ótimos motivos para radicalizar. Até então, os cervejeiros da Baviera, na tentativa de “inovar” suas receitas, incluíam ingredientes bizarros na cerveja, como fuligem e cal, o que, provavelmente, teria causado a ressaca ducal.

Hoje, muitas cervejarias ainda seguem à risca a Reinheitsgebot, principalmente as alemãs e belgas, o que explica a excelência das brejas produzidas nesses países. No Brasil, várias cervejarias artesanais também compartilham do mesmo ideal de Gulherme, produzindo cervejas de qualidade indiscutível. Destaque seja dado, neste particular, à deliciosa Baden Baden Weiss, breja elaborada em consonância com a lei bávara, com ingredientes selecionados.

Leia a íntegra traduzida da Reinheitsgebot:

“Como a cerveja deve ser elaborada e vendida neste país, no verão e no inverno: Decretamos, firmamos e estabelecemos, baseados no Conselho Regional, que daqui em diante, no principado da Baviera, tanto nos campos como nas cidades e feiras, de São Miguel até São Jorge, uma caneca de 1 litro (1) ou uma cabeça (2) de cerveja sejam vendidos por não mais que 1 Pfennig da moeda de Munique, e de São Jorge até São Miguel a caneca de 1 litro por não mais que 2 Pfennig da mesma moeda, e a cabeça por não mais que 3 Heller (3), sob as penas da lei. Se alguém fabricar ou tiver cerveja diferente da Märzen, não pode de forma alguma vende-la por preço superior a 1 Pfennig por caneca de 1 litro . Em especial, desejamos que daqui em diante, em todas as nossas cidades, nas feiras, no campo, nenhuma cerveja contenha outra coisa além de cevada, lúpulo e água. Quem, conhecendo esta ordem, a transgredir e não respeitar, terá seu barril de cerveja confiscado pela autoridade judicial competente, por castigo e sem apelo, tantas vezes quantas acontecer. No entanto, se um taberneiro comprar de um fabricante um, dois ou três baldes (4) de cerveja para servir ao povo comum, a ele somente, e a mais ninguém, será permitido e não proibido vender e servir a caneca de 1 litro ou a cabeça de cerveja por 1 Heller a mais que o estabelecido anteriormente.”

Guilherme IV, duque da Baviera, no dia de São Jorge (23 de abril), no ano de 1516, em Ingolstadt”

——————————–LEGENDAS————————————-

(1) A caneca da Baviera tinha na época 1,069 litros.
(2) Tigela em forma semicircular para líquidos, com pouco menos de uma caneca de 1 litro.
(3) O Heller geralmente equivale a meio Pfennig
(4) Equivalente a 60 canecas de 1 litro.

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Seja feita, portanto, a vontade do Duque! Até a próxima e boas degustações.


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Visita a Fabrica

Autor: Edu Passarelli Data: 20 de outubro de 2008

Desde que comecei a estudar cervejas, e olha que já faz tempo, comecei também a visitar cervejarias. Nestes anos de pesquisa visitei também muitas cervejarias. No Brasil, por exemplo, conheço praticamente todas as microcervejarias e algumas das grandes. Fora daqui, já estive em fábricas muito tradicionais e também em muitas micro.

Considero a visita a uma fábrica experiência obrigatória no currículo do apreciador de boas cervejas. E lá que vamos conhecer in loco os ingredientes, processos, por quês, etc. Quando existe a oportunidade de bater um papo com o mestre cervejeiro, então, a “aula” é completa!

Minha primeira visita a Baden Baden não foi aproveitada de forma correta, portanto, pulo logo para a segunda, a qual considero minha “primeira vez” em uma cervejaria! Isso aconteceu no inicio de 2006, quando eu e minha esposa decidimos passar um romântico final de semana em Campos do Jordão. Mal ela sabia que ali começava a incrível saga do casal em busca de cervejarias!

Fiz minha reserva por telefone e logo comecei a formatar em minha mente como seria a experiência. Ansioso que sou, cheguei com antecedência à cervejaria e já pude ver que o final da visita era em um bar, onde eu poderia degustar algumas delas. A visita foi bastante prazerosa e instrutiva, realmente muito interessante para os que buscam saber mais sobre boas cervejas. Ao final, pude degustar a versão chope da 1999, além de outras cervejas da marca. Saindo de lá, rumei para o restaurante Baden Baden, mas esta, já é outra história…


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