A hora da cerveja
Salve, blogosfera. Cá estou eu em mais uma aventura virtual, a segunda relacionada à cerveja. Pra quem não me conhece: sou jornalista, nasci em Brasília, cresci no Rio e moro em São Paulo. Sou Flamengo, tenho uma nega chamada Tereza e um filho, Leonardo. Descobri a verdadeira cerveja em minhas viagens pelo mundo, principalmente pela Europa.
Para abrir os trabalhos, quero compartilhar com vocês uma tese que defendo sempre que tenho a oportunidade e todas as vezes em que me perguntam: “mas por quê cerveja? O que há de novo nisso? Todo mundo sabe que cerveja boa é cerveja gelada” E por aí vai.
Sabemos que esse é mesmo o pensamento da imensa maioria dos consumidores. Quando falamos em aroma, corpo, harmonização etc, acham que estamos brincando. Mas a coisa começa a mudar, graças ao empreendedorismo e à paixão dos que já experimentaram o verdadeiro poder da bebida. Pequenas cervejarias proliferam pelo país e algumas marcas já estão se tornando conhecidas fora de suas regiões. O processo será lento e gradual, como aconteceu com o vinho. Quem não se lembra daquelas garrafas azuis que o brasileiro consumia, com ar de superioridade, há 15, 20 anos? Diga isso hoje a um enófilo e ele vai negar que tenha cometido tal heresia. Todos erramos quando não conhecemos algum assunto. Mas ignorância não é pecado, pecado é não querer aprender. Saúde, até a próxima!
